Saudações, confrades!
Dia 20 vai fazer 1 ano desde o meu primeiro post!
Resolvi postar hoje mesmo, aproveitando que hoje estou com tempo, pois não sei se dia 20 conseguirei escrever.... tudo depende da hora que eu sair do trabalho e das outras coisas que estou fazendo.
Fico feliz em ter este pequeno espaço para escrever meus pensamentos sobre economia e finanças, distribuir pequenas doses de red pill e fico feliz por ter alguns leitores fiéis que me acompanham.
Vamos ver o que consegui nestes 365 dias que se passaram:
1) Finanças
- comprei um pouco mais de 20 anos do prazo do meu financiamento > pelo meu planejamento, se eu conseguir manter o ritmo de aportes, quito esta dívida em meados de 2022, e obviamente já estou pagando menos juros, pois agora o valor emprestado está elevado a 9, e não a 30. Além disso, com o prazo menor, significa que o valor do principal está dividido em menos prestações, ou seja, cada prestação que eu pago normalmente (sem ser os adiantamentos que eu faço) contém uma parte de principal cada vez maior, o que ajuda a acelerar a quitação da dívida, num ciclo virtuoso;
- Paralelamente, consegui aportar um pouco na poupança, com dinheiro extra que consegui dando aulas particulares, e aproveitando as férias e o 13º - a poupança é a minha reserva de emergência, e julgo melhor deixar o dinheiro nela por causa da facilidade de sacar a qualquer dia e qualquer hora, sem burocracias, caso eu necessite;
- Apesar disso tudo, meu patrimônio líquido ainda é negativo, ou seja, minha reserva não cobre o valor atual da dívida - e mesmo que o valor guardado fosse igual ao saldo devedor do financiamento, eu não quitaria, porque não gosto da ideia de ficar sem nada guardado - mas se o que eu tivesse guardado equivalesse a, digamos, 150% do saldo devedor, a história seria outra...
- Sendo assim, colocando em números-índice, de janeiro de 2019 até janeiro de 2020, meu patrimônio subiu de 1.000 para 1.580 pontos > aumento (nominal) de 58% no patrimônio (ainda assim negativo, frise-se) > de onde veio este aumento? Da diminuição do valor do financiamento (diminuição de passivo), de alguns raros aportes na poupança (só poupança por enquanto) e dos magros juros da poupança (melhor que nada, qualquer renda passiva me dá alegria)
2) Trabalho
- 2019 começou relativamente tranquilo, passei por uns estresses bem na época que comecei o blog (este espaço aqui me ajudou a desabafar algumas coisas), no meio do ano ficou um pouco mais tranquilo graças à mudança de um dos chefes, e no fim do ano começou uma correria insana, que só começou a dar sinais de melhora agora em fevereiro de 2020 (mas que continua insana);
- Eu já tenho uma ideia para um pequeno negócio próprio desde meados de 2017, mas de lá para cá eu só tenho cuidado da parte, digamos, operacional do negócio, e não da parte "business". Cheguei a pesquisar uns preços, conversar com algumas pessoas, mas nada muito sério. Só de uns dois meses para cá que comecei a pensar mais seriamente nessa ideia, conforme falei nas reflexões de fim de ano. A minha ideia é começar informal mesmo (afinal não sei se vai dar certo, então não quero passar pela burocracia de abrir um negócio sem nem saber se vai valer à pena) e, caso eu consiga receita todo mês durante 1 ano, aí eu começo a burocracia para formalizar; Aliás, eu nem quero que meu negócio seja grande: não quero ter funcionários, e só quero ganhar o suficiente para pagar minhas contas e poder ter o salário que ganho no meu emprego o mais livre possível para aportar / viajar / etc.
3) Este blog
- Fiz 36 posts em 2019, o que dá uma média de 3 artigos por mês, ou 1 artigo a cada 10 dias, o que considero uma boa média. Este começo de 2020 já está mostrando que vai ser difícil manter esse número, mas vou me esforçar para continuar escrevendo aqui.
- Desde o início do blog, já foram feitos 129 comentários, dos quais praticamente metade são meus, porque procuro responder a todos que comentam.
- Neste momento em que escrevo o número de visualizações está na casa das 9.800;
- O post mais acessado continua sendo o da "Escolaridade no Brasil - a cultura do filho doutor, achatamento de salários, e outros problemas". Foi um texto que gostei muito de escrever, no qual falei de coisas que já pensava há anos, e também gostei muito de fazer a pesquisa das informações que apresentei - dentre outras coisas, me surpreendi com o fato de que apenas 15% da população brasileira tem ensino superior (achava que era bem mais, mas acabei descobrindo que essa sensação de que "todo mundo tem diploma" é causada porque em nossa economia não há muita demanda por profissionais diplomados, e porque as poucas vagas de nível superior são muito concentradas em poucas cidades);
- Fiquei surpreso que o segundo post mais acessado seja um da série dos ETFs! Vou procurar estudar mais e produzir mais conteúdo sobre o assunto. Espero também conseguir lançar uma série sobre FIIs (já em preparação para minha vida pós-quitação do financiamento)
- Só acho uma pena que a blogosfera das finanças tenha estado meio caída, meio silenciosa. Falem o que quiserem do Pobretão, eu não concordo com tudo o que ele escrevia, e não gostava daqueles posts mais pessimistas dele, mas ele tinha o mérito de incentivar a galera a participar e ser mais ativa, estimulando todo mundo a escrever e postar com mais frequência. Cheguei a comentar como anônimo algumas vezes no blog dele. Pena que na época eu ainda não tinha o meu. Espero que ele tenha se tornado mais positivo e otimista.
Bem, pessoal, por enquanto é isso. Agradeço novamente aos leitores fiéis e a todos aqueles que comentaram. Quaisquer sugestões e críticas construtivas são bem-vindas!
Forte Abraço, e que venham mais anos de blog!
Fiquem com Deus!
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 23 de janeiro de 2020
E se não existisse o monopólio de Penhores?
Saudações, confrades! Espero que tenham tido um bom Natal e um Excelente ano novo.
Tenho andado afastado do blog por causa do ritmo alucinante do meu trabalho em janeiro, além dos motivos apresentados no último post, o das reflexões de fim de ano (para quem não leu, o link está aqui). Sendo assim, ultimamente só tenho escrito para o blog praticamente no tempo que gasto no transporte, na ida e na volta do trabalho (vou de transporte público, então dá para ler, escrever, etc. - aliás, o tempo gasto no transporte público geralmente é desperdiçado pela grande maioria das pessoas, que preferem jogar candy crush ou então ficar olhando fotos no instagram... Portanto, confrades, tentem aproveitar este tempo da forma mais útil possível! Leiam, estudem, escrevam, escutem podcasts construtivos, audiolivros, etc. e deixem os jogos só para aqueles dias em que estiverem muito estressados). Tenho já alguns artigos no rascunho. Com o tempo irei postando aqui.
Hoje o blog está com mais de 9.000 visualizações! Muito obrigado a todos os meus leitores!
Dito isto, vamos à primeira postagem de 2020:
Tive a ideia para este texto quando li este post do colega Peão Playboy.
Para quem não sabe, uma loja de penhores é um negócio onde o cliente entrega algum bem para o vendedor e recebe em troca o dinheiro que o vendedor julga que este bem vale, ou uma parte deste valor, e a partir daí o cliente tem que fazer um pagamento mensal para manter o bem na loja, e caso queira o objeto de volta terá que restituir o valor recebido. Além disso, se deixar de fazer o pagamento mensal, o dono da loja poderá vender este bem para outra pessoa. Pelo menos esse é o modelo que eu conheço, pode haver outros. O Peão Playboy cita outro modelo possível no artigo supracitado.
Imaginem que legal seria se qualquer pessoa pudesse abrir sua própria loja de penhores? Vou mostrar aqui as vantagens deste negócio , principalmente para os mais pobres, (e entre parênteses, com texto em itálico, vou mostrar as desvantagens e riscos do negócio, bem como o que pode dar errado, de maneira geral)
1- quando precisarem de dinheiro, as pessoas podem penhorar alguma coisa e pegar o dinheiro. Pelo menos isso me parece melhor do que pegar empréstimos de pequenos valores em bancos e com certeza é melhor que usar o cheque especial, e de quebra ainda podem se livrar de alguma tranqueira que tenham em casa e que esteja ocupando espaço , como uma televisão velha ou um monitor de PC, um casaco que não usa mais, uma bicicleta de criança, um berço, etc. o que significa maior circulação de dinheiro e menor endividamento dos consumidores (Mas provavelmente só se conseguiria um bom dinheiro penhorando jóias, moedas raras, relógios, ou eletrônicos seminovos, dependendo do estado de obsolescência- exceto talvez os eletrônicos que atingiram um status de colecionáveis, como videogames antigos)
2- esse negócio também pode beneficiar quem for comprar coisas na loja de penhores, porque o preço seria menor do que o de um produto novo numa loja, por exemplo. (Em teoria... infelizmente, Já cansei de ver no Mercado Livre e sites similares pessoas tentando vender tranqueiras com o valor bem maior que o de coisas correspondentes mais novas, apenas acrescentando ao nome do produto as palavras mágicas "raro", "antigo", "de colecionador", etc., mesmo quando o objeto vendido não possui nenhuma destas qualidades - assim como já cansei de ver lojas físicas vendendo produtos por mais que o dobro do preço que se encontra na internet... auto-sabotagem total por parte de alguns comerciantes)
3 - me parece que uma casa de penhores é um negócio que não precisa de muita coisa para começar (só para começar!! vejam as observações), apenas de um capital de giro inicial, para pagar pelas coisas que os primeiros clientes trouxerem, e de um lugar para atender os clientes e guardar as mercadorias. O "estoque inicial" podem ser tranqueiras do próprio dono do negócio, como uma televisão que ele tenha acabado de trocar, móveis que ele não usa mais, etc. Também é necessário ter uma grana separada para pagar um seguro para a loja (Que cubra roubos, incêndios, etc.) e no melhor dos mundos, com porte e posse de arma liberados, ter armas de fogo para proteger a loja e/ou contratar seguranças particulares, mas creio que dê para começar pequeno sem um grande investimento inicial e com aquela clássica espingarda em baixo do balcão. O conhecimento do valor das coisas se adquire com o tempo e a experiência, mas eu daria uma estudada no valor de algumas coisas antes, só para me preparar. Consegue-se fácil saber o valor de mercado da maioria das coisas pela internet, observando os preços alcançados em leilões, sites de compras, etc. e acho que apenas exceções demandaram pesquisas realmente profundas. Fica pelo bom senso de cada um, mas eu não aceitaria comprar ou penhorar bens que não fosse capaz de avaliar. (Os riscos mais óbvios do negócio seriam comprar produtos falsificados, como jóias e gemas falsas, réplicas de obras de arte, etc., pagar demais por algum objeto - mesmo que verdadeiro -, ou seja, ser enganado pelo cliente, e os possíveis assaltos e furtos na loja, uma vez que muito provavelmente a loja teria jóias e outros objetos valiosos em seu estoque, atraindo a atenção de ladrões - daí a necessidade de investimento em segurança)
Edit (Janeiro de 2022): o maior risco deste negócio, a meu ver, seria ser "receptador de objetos roubados", o que é crime, ainda que você esteja de boa-fé... sinceramente, até entendo o motivo de nosso arcabouço jurídico querer culpar também o terceiro de boa-fé (porque se não fizesse isso, todo bandido que vende coisas roubadas alegaria uma suposta "boa-fé" e se daria bem), mas ao mesmo tempo não acho justo punir os inocentes.
Nosso sistema jurídico infelizmente é muito benevolente com os grandes criminosos e até mesmo com bandidos zé-ruela, e muito cruel com as pessoas trabalhadoras e de bem.
Atualmente, este tipo de negócio é monopólio da Caixa Econômica Federal, mas está em trâmite um projeto de lei que visa ampliar este mercado, acabando com o monopólio (link da reportagem aqui e do texto do projeto aqui), embora ainda bem longe do ideal (que seria literalmente qualquer pessoa física poder, se quiser, abrir uma loja de penhor na garagem de casa), mas já é um começo, uma vez que, conforme o projeto, qualquer pessoa jurídica de direito privado pode exercer a atividade de penhora, bastando para isto acrescentá-la ao seu objeto social.
Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos, torcendo para que o lobby do setor bancário ou algum parlamentar de rabo preso não altere este projeto (realmente me surpreendeu que não foi escrito que somente "instituições financeiras" possam exercer a atividade de penhora, e sim "pessoas jurídicas de direito privado", mas creio que há uma grande chance de que à medida que este projeto avance no rito legislativo, os parlamentares que o analisarem vão colocando penduricalhos e artigos desnecessários na lei, para dificultar, ou até mesmo que o projeto fique engavetado, esperando indefinidamente sair do fim da fila do processo legal). Enfim, torçamos para que mais um monopólio estatal acabe e mais um tipo de negócio se torne disponível para nosso povo poder trabalhar e ganhar a vida.
Vocês abririam uma loja assim? Será que vale à pena?
Forte abraço e fiquem com Deus!
Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos, torcendo para que o lobby do setor bancário ou algum parlamentar de rabo preso não altere este projeto (realmente me surpreendeu que não foi escrito que somente "instituições financeiras" possam exercer a atividade de penhora, e sim "pessoas jurídicas de direito privado", mas creio que há uma grande chance de que à medida que este projeto avance no rito legislativo, os parlamentares que o analisarem vão colocando penduricalhos e artigos desnecessários na lei, para dificultar, ou até mesmo que o projeto fique engavetado, esperando indefinidamente sair do fim da fila do processo legal). Enfim, torçamos para que mais um monopólio estatal acabe e mais um tipo de negócio se torne disponível para nosso povo poder trabalhar e ganhar a vida.
Vocês abririam uma loja assim? Será que vale à pena?
Forte abraço e fiquem com Deus!
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
Reflexões de fim de ano
Saudações, confrades.
(Season finale post)
Não tenho tido muito tempo para postar porque no fim do ano aqui no trabalho sempre fica uma loucura (encerramento do ano fiscal, apuração de lucros, balanços finais, relatórios, avaliações, revisões de processos, etc.) e o expediente tem acabado mais tarde que o normal e/ou tenho chegado mais cansado em casa, física e mentalmente. Além disso, como falei no meu último post, tenho procurado me dedicar mais a meus projetos pessoais, um dos quais pode no futuro virar um negócio que me renderá uma grana extra e, quem sabe, me permitirá ser independente do salário algum dia (Se isso acontecer, não vou largar o emprego, mas vou aportar todo o salário e viver das rendas de meu negócio, trabalhando mais tranquilo no emprego).
O que eu fiz de bom este ano?
- comecei este blog em fevereiro, e com isso consegui satisfazer uma vontade antiga de escrever sobre economia e finanças interagir com a blogosfera das finanças, que eu acompanho já há alguns anos.
- adiantei muitas prestações do meu financiamento imobiliário, e com isso economizei muito dinheiro que eu pagaria na forma de juros caso não tivesse feito nada (atualmente é como se meu contrato fosse de 10 anos, e não 30, pois como já escrevi anteriormente sobre o assunto, sempre que adianto algum dinheiro peço para abater do prazo e não da prestação, porque o tempo exerce efeito exponencial no valor final do contrato)
- Recomecei a fazer alguns hobbies que tinha abandonado por causa do trabalho
- Voltei a estudar francês (sei o básico e tenho que lapidar isso)
- Li vários livros que estavam encalhados há anos
O que posso melhorar para o ano que vem?
- Melhorar minha disciplina, para ajudar com os outros objetivos
- Voltar a fazer exercícios, também disciplinadamente (eu gostava de correr, mas tenho ficado sedentário, e isso precisa mudar - vou colocar uma meta de correr dia sim dia não, pelo menos 40 minutos, e voltar a fazer calistênicos )
- me dedicar mais ao embrião de meu negócio (para poder realmente virar uma fonte de renda extra)
- usar menos as redes sociais (perda de tempo)
- acordar mais cedo (Não sei se consigo fazer parte do 5AM Club, até porque sei que o sono é muito importante e também tenho alguma coisa contra aquela galera do "eu sou o bonzão e produzo 24h por dia!!", mas concordo que ganhar 1h por dia dedicada ao desenvolvimento pessoal é uma boa)
Bem, por enquanto é isso. Gostaria de agradecer pelas MAIS DE 8 MIL visualizações, gostaria de agradecer aos leitores fiéis do blog e a todos aqueles que comentaram nos posts, isso tudo me motiva a seguir em frente com o blog, que por sua vez me motiva a estudar economia e finanças. Que no ano que vem eu tenha mais e melhores inspirações para escrever aqui neste espaço com mais qualidade.
Feliz Natal e um próspero ano Novo para todos! Que as bênçãos de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Salvador da Humanidade recaiam sobre todos nós!
Forte Abraço! Até 2020!
(Season finale post)
Não tenho tido muito tempo para postar porque no fim do ano aqui no trabalho sempre fica uma loucura (encerramento do ano fiscal, apuração de lucros, balanços finais, relatórios, avaliações, revisões de processos, etc.) e o expediente tem acabado mais tarde que o normal e/ou tenho chegado mais cansado em casa, física e mentalmente. Além disso, como falei no meu último post, tenho procurado me dedicar mais a meus projetos pessoais, um dos quais pode no futuro virar um negócio que me renderá uma grana extra e, quem sabe, me permitirá ser independente do salário algum dia (Se isso acontecer, não vou largar o emprego, mas vou aportar todo o salário e viver das rendas de meu negócio, trabalhando mais tranquilo no emprego).
O que eu fiz de bom este ano?
- comecei este blog em fevereiro, e com isso consegui satisfazer uma vontade antiga de escrever sobre economia e finanças interagir com a blogosfera das finanças, que eu acompanho já há alguns anos.
- adiantei muitas prestações do meu financiamento imobiliário, e com isso economizei muito dinheiro que eu pagaria na forma de juros caso não tivesse feito nada (atualmente é como se meu contrato fosse de 10 anos, e não 30, pois como já escrevi anteriormente sobre o assunto, sempre que adianto algum dinheiro peço para abater do prazo e não da prestação, porque o tempo exerce efeito exponencial no valor final do contrato)
- Recomecei a fazer alguns hobbies que tinha abandonado por causa do trabalho
- Voltei a estudar francês (sei o básico e tenho que lapidar isso)
- Li vários livros que estavam encalhados há anos
O que posso melhorar para o ano que vem?
- Melhorar minha disciplina, para ajudar com os outros objetivos
- Voltar a fazer exercícios, também disciplinadamente (eu gostava de correr, mas tenho ficado sedentário, e isso precisa mudar - vou colocar uma meta de correr dia sim dia não, pelo menos 40 minutos, e voltar a fazer calistênicos )
- me dedicar mais ao embrião de meu negócio (para poder realmente virar uma fonte de renda extra)
- usar menos as redes sociais (perda de tempo)
- acordar mais cedo (Não sei se consigo fazer parte do 5AM Club, até porque sei que o sono é muito importante e também tenho alguma coisa contra aquela galera do "eu sou o bonzão e produzo 24h por dia!!", mas concordo que ganhar 1h por dia dedicada ao desenvolvimento pessoal é uma boa)
Bem, por enquanto é isso. Gostaria de agradecer pelas MAIS DE 8 MIL visualizações, gostaria de agradecer aos leitores fiéis do blog e a todos aqueles que comentaram nos posts, isso tudo me motiva a seguir em frente com o blog, que por sua vez me motiva a estudar economia e finanças. Que no ano que vem eu tenha mais e melhores inspirações para escrever aqui neste espaço com mais qualidade.
Feliz Natal e um próspero ano Novo para todos! Que as bênçãos de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Salvador da Humanidade recaiam sobre todos nós!
Forte Abraço! Até 2020!
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