Saudações, confraria da melhor blogosfera do Brasil, a lendária blogosfera das finanças!
Passamos pelo mês de abril do Anno de 2026 da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, filho de Deus, Verdadeiro Rei da humanidade e Verdadeiro Messias.
Abril passou bastante rápido, tal qual março, e maio também já se aproxima do fim.
Vamos ao post do mês, este novamente com gigantesco atraso (por conta de cansaço e preguiça).
(Valores como sempre expressos em Coroas)
Aumento acumulado de 541% desde o início da série histórica, em junho de 2021. Pouco a pouco vou colocando os tijolinhos e construindo a minha Tranquilidade Financeira (TF).
Relembrando, como sempre, que nenhum ativo mencionado no blog e/ou em seus comentários é uma recomendação de compra e nem de venda! Estudem sozinhos e tracem seus próprios caminhos, ou ficarão na mão dos falsos gurus financeiros que existem aos montes na internet e no mercado!
Ações - sem compras em abril, mantendo minha meta de aumentar o valor em RE para dar entrada em um imóvel. Mas também não vendi nenhuma ação em abril, então a carteira permaneceu a mesma. Enquanto escrevia esta atualização, percebi que a Odontoprev mudou de ticker para SAUD3, porque foi adquirida pela holding Bradesco Seguros, que se tornou um imenso conglomerado de empresas da área de saúde. Aparentemente as demais empresas do conglomerado são de capital fechado, então me pergunto quanto tempo demorará para os figurões do Bradesco resolverem fechar o capital dessa também (mas tomara que não fechem!)
FIIs - Em abril comprei FIIB11 (fundo de tijolo mono-imóvel [com cara de multi-imóvel, porque ele é composto de diversos galpões] do setor industrial, multi-inquilo). Só para aumentar a renda passiva e contribuir para minha carteira previdenciária.
Exterior - sem aportes aqui, novamente. Mais um mês de dividendos acumulando na corretora.
Renda Fixa - novamente, boa parte do valor que iria para aportes foi para a RE, seguindo meu plano de compra de imóvel. Tenho focado nisso nos últimos meses.
Quando eu comprar meu imóvel, vou passar a concentrar os aportes em reforçar a RE, ou comprar umas poucas cotas de FIIs, e adiantar prestações até quitar o financiamento e talvez faça umas vendas de ações no meio do caminho para acelerar isso, além de usar todo o dinheiro extra (dividendos, férias, 13º, PLR, saque-aniversário do FGTS, aulas particulares, etc.) para ajudar na quitação do financiamento.
Não sei como vou fazer as atualizações patrimoniais aqui... provavelmente vou colocar o patrimônio como sempre coloco (ações, FIIs, etc.) e acrescentar um quadro para a dívida do financiamento, o que vai resultar, por um tempo, num patrimônio final negativo. Pelo menos vai ser interessante de acompanhar. Preciso pensar qual pixel art vai representar a dívida...
Renda Passiva - em abril recebi 21,3 Coroas. Mais do que em março, e mais do que em todo o ano de 2021 somado, mais do que em qualquer um dos meses de 2022, mais do que em qualquer um dos meses de 2023 e, por incrível que pareça, mais do que em qualquer um dos meses de 2024 também! Só ano passado, em 2025, que eu fui receber mais do que 18,5 coroas (o meu primeiro "record" de renda passiva). Esse é o efeito da bola de neve.
Generalidades
- Quando eu era adolescente e no começo da vida adulta, eu era fascinado por finanças: adorava ver filmes do tipo "Wall Street" (fui ver o Wall Street 2 no cinema com minha namorada, que hoje em dia é minha esposa), assisti o documentário "Inside Job" umas trocentas vezes (porque queria entender tudo o que estava sendo dito, todos os termos técnicos, como funcionavam os derivativos e etc.), li diversos livros de finanças, e por aí vai. Eu achava que eventualmente iria trabalhar numa corretora, ou em um fundo de investimentos. Hoje em dia, eu vejo que não tenho nada a ver com esse pessoal tipo "faria limer" e nem quero ter nada a ver, eu enxergo o mundo de maneira totalmente diferente daquele padrão esperado desse grupo.
Atualmente, no mundo das finanças, eu acho que só teria curiosidade mesmo para trabalhar como gestor de FII de tijolo (por ser algo mais real do que um fundo de ações ou um FII de papel, por exemplo, pois trabalha-se com imóveis de verdade, gerindo os contratos de aluguel, as manutenções, etc. mas não sei se a vida do gestor envolve tanto assim os imóveis ou se é só mais para ter alguém para se responsabilizar e na prática fica-se mais tempo cuidando das papeladas exigidas pela CVM do que gerindo).
Por enquanto é isso, confraria. Fiquem com a música do mês (leiam as letras, elas previram o mundo de hoje, mesmo tendo sido escritas em 1999).
Vou ver se em junho eu posto alguma outra coisa além desta humilde atualização patrimonial.
Forte Abraço, companheiros de jornada!
Vida longa à blogosfera das finanças!
Fiquem com Deus!








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