Saudações, confraria da Finansfera!
O Anno de 2026 da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, filho de Deus e Verdadeiro Rei e Messias da humanidade, vai mesmo passar rápido do que o Anno de 2025. Já adentramos março e fevereiro rapidamente findou. Fevereiro já é naturalmente mais curto, afinal.
Conforme prometi na atualização de janeiro, eu consegui postar mais alguma coisa em fevereiro sem ser atualização patrimonial! Para quem perdeu o post, sobre os conflitos entre gerações, segue o link aqui.
Aumento acumulado de 542,4% desde junho de 2021, início da minha série histórica de atualizações patrimoniais. Esse percentual inclui tudo: aportes, dividendos, valorizações, desvalorizações e também a inflação (o aumento é nominal).
Tive uma pequena queda no patrimônio em relação ao mês anterior, motivada por uma queda nas ações. Imagino que por alguma das crises institucionais que estamos vivendo e que não é possível ignorar por mais que evitemos olhar notícias. Agora, vamos ao post propriamente dito.
Como sempre, relembro que NENHUM DOS ATIVOS MENCIONADOS NO BLOG E/OU EM SEUS COMENTÁRIOS É RECOMENDAÇÃO DE COMPRA E NEM RECOMENDAÇÃO DE VENDA! Estudem sozinhos, por conta própria, aprendam a investir, ou serão enganados por falsos gurus financeiros mal intencionados!
Ações - sem aportes em fevereiro, conforme venho fazendo. A prioridade agora ou é aumentar a RE para dar a maior entrada possível em um imóvel e ainda manter alguma coisa na RE, ou aportar em FIIs para engordar a renda passiva mensal e assim contribuir para a minha carteira previdenciária.
FIIs - o aporte de janeiro foi em RBVA11 e HGBS11, mantendo o meu foco em aumentar a renda passiva da minha carteira previdenciária.
RE - mais um aporte na RE em fevereiro, fora os juros que acumularam na conta. Mais uma vez consegui não sacar nada da RE. De pouco em pouco vou juntando o valor da entrada de um imóvel. Conforme falei no outro post, eu não tenho uma meta definida além de "juntar o máximo que eu puder" e quando chegar a hora, vou dar a entrada que for possível e financiar o resto, e então recomeçar a minha velha rotina de todo mês amortizar um pouco, jogando todo o dinheiro extra que entrar ou no abatimento do prazo do financiamento, ou na RE, ou em FII para aumentar a renda passiva e retroalimentar esse ciclo de aportes. Conforme falei anteriormente, não pretendo vender 100% das ações para ajudar no financiamento e com certeza não quero vender nada da carteira de FIIs, pois é minha carteira previdenciária particular.
Exterior - novamente, sem aportes em fevereiro e deixei mais uma vez os dividendos acumularem na corretora.
Renda passiva - depois do recorde de dezembro (44 coroas), e depois das 21 coroas de janeiro, fevereiro pareceu pequeno com 15 Coroas. Mas, historicamente fevereiro costuma ser um mês que paga pouco mesmo, em comparação aos outros meses do ano, e pelo menos fevereiro deste ano eu recebi mais do que nos meses de fevereiro dos outros anos, então está valendo! Segue o gráfico:
E agora o gráfico do patrimônio total da minha holding fictícia Mago S/A:
Generalidades
- Agora estourou a guerra EUA/Israel vs Irã. Mais uma guerra inútil para atender aos interesses financeiros de uns poucos ricaços enquanto muitos homens jovens inocentes de ambos os lados que não queriam estar ali perdem suas vidas inutilmente. Até quando isso vai durar?
- Pretendo postar mais alguma coisa em março, além desta atualização patrimonial. Tenho algo no rascunho, mas se algum leitor tiver uma sugestão de assunto, eu ficaria feliz em ajudar.
- Um assunto bastante batido em tudo o que é publicação financeira no Brasil é a blackpill do INSS, sobre como a nossa pirâmide etária está invertida e ninguém da nossa geração e das próximas vai conseguir se aposentar. Em anos anteriores estava mais forte, saindo em todos os jornais e revistas, mas agora está um pouco morno. De qualquer maneira, como os confrades da finansfera pretendem se aposentar? Estão fazendo o quê? Estão confiando somente nos aportes ou têm outros planos?
Forte abraço, confraria!
Fiquem com Deus!







Mago,
ResponderExcluirEssa guerra realmente serve para dar uma bagunçada na economia e ser uma desculpa para governos imprimirem ainda mais dinheiro sem lastro para aprofundar os problemas econômicos do mundo.
Sobre a aposentadoria eu tento pensar na construção de patrimônio para daqui 40 ou 50 anos, sempre focando em diversificar os ovos em várias cestas, eu entretanto não sou muito crente que isso dará certo.
A pirâmide demográfica do Brasil é bem ruim, não estamos reformando a previdência para valer e logo mais os idosos serão um contingente tão grande do eleitorado que nenhum governo vai querer tocar no assunto da forma que precisa, acredito que no final do dia os impostos vão crescer mais e mais e logo mais teremos não apenas impostos sobre dividendos como o governo anunciou, como também outras tributações como um imposto de sucessão gigantesco (30% ou 40%) e até mesmo um imposto sobre ganhos não realizados, e creio que tudo isso virá em menos de 10 anos, claro, no cenário onde a IA não assume tudo.
Abraços,
Pi
O que você escreveu me pareceu contraditório: você disse "eu tento pensar na construção de patrimônio para daqui 40 ou 50 anos"
Excluirmas depois disse que: " acredito que no final do dia os impostos vão crescer mais e mais e logo mais teremos não apenas impostos sobre dividendos como o governo anunciou, como também outras tributações como um imposto de sucessão gigantesco (30% ou 40%) e até mesmo um imposto sobre ganhos não realizados, e creio que tudo isso virá em menos de 10 anos" - é contraditório, a não ser que você planeje, em breve, retirar todos os seus investimentos do Brasil.
- Imposto sobre ganhos não realizados tem o potencial de acabar com o mercado de renda variável.
- Aumento de imposto sobre herança vai provocar pelo menos duas coisas: 1) aumento do número de "Pessoas Jurídicas" e "offshores" (no caso os herdeiros vão ser nomeados "sócios administradores" quando o dono falecer, ou então ele vai vender suas cotas para os sucessores antes de morrer, ou então irá repassá-las para os herdeiros via doação, aos poucos, dentro do limite de isenção do imposto sobre doações - e dá para registrar no estatuto da empresa que cada cota vale, digamos, 1 real - já vi várias empresas assim); 2) Retirada de mais patrimônio do Brasil (para quem puder). Eu, particularmente, se o imposto sobre herança ficar muito pesado (rezo para que não aconteça), eu vou transmitir tudo em vida, aos poucos.
transmitir em vida, aos poucos, parece ser o caminho
ExcluirEu sou servidor público federal e, apesar de considerar que receberei algo do governo a título de aposentadoria, estou comprando fiis e Tesouro Direto para auxiliar na aposentadoria futura. Desde 2006 eu aplico e atualmente tenho o suficiente para pagar 77% das minhas despesas com os fiis e dividendos de ações (são poucas, mas tenho algumas açoes).
ResponderExcluirTem muito servidor no meu serviço que só em 2023/2024 que acordou para a realidade, em razão das negociações do governo com as categorias. Acredito, isso é apenas minha opinião, que no futuro todos irão receber um salário mínimo de aposentadoria e fim.
Lógico que ocorrerão várias regras de transição e a diminuição dos valores será gradual. Mas, exatamente por não estarem entrando novos "pagantes" em quantidade suficiente para manterem os pagamentos dos "aposentados", a única medida realmente efetiva será reduzir os pagamentos ao mínimo, independente do tanto que a pessoa contribuiu.
Então, é isso, quero no futuro receber minha aposentadoria do governo (seja qual for o valor), mais rendimentos de fiis e aluguel de um imóvel que tenho (atualmente 1.600,00/mês).
Posso não ter dinheiro para supérfulos, tipo viagens caras, mas certeza que terei mais que o básico.
Obrigado pelo seu comentário, anon. Eu estou num caso semelhante ao seu, só que não sou funcionário público. Aplico em FIIs e ações para tentar montar a minha carteira previdenciária. Tento me acostumar com a idéia de viver só dessa renda passiva dos meus investimentos, mas também vou sacar o FGTS e a previdência privada da firma quando me aposentar, e provavelmente também esse 1 salário mínimo do INSS - mas óbvio que não considero nada disso no meu patrimônio e nem no meu planejamento: penso que "o que vier é lucro". Imagino que eu vá trabalhar em um pequeno negócio próprio quando me aposentar, também, para complementar a renda.
ExcluirTem alguns RPPS que ainda estão relativamente saudáveis, mas a grande maioria não fez a poupança necessária, vamos ver muitas reformas neles, talvez algumas regras piores que o INSS, mas aí acredito que seria mais fácil extinguir o RPPS e ir todos pro RGPS.
Excluirvc já nao tinha comprado um imóvel?
ResponderExcluirvai comprar outro?
São tempos sombrios, dignos das páginas mais antigas e empoeiradas da biblioteca de Hogwarts… 🌑📜
ResponderExcluirMas até nas eras mais sombrias, há portais ocultos repletos de oportunidades para aqueles que sabem enxergar além das névoas. ✨
Ontem mesmo, deparei-me com alguns pergaminhos encantados (ou “vídeos”, como dizem os trouxas) falando sobre um tal “reset financeiro”… muitos deles cheios de presságios apocalípticos, quase como profecias mal interpretadas de uma bola de cristal trincada 🔮
Ainda assim… por trás do alarme exagerado, é possível sentir que, se o povo despertar desse feitiço de distração e enfrentar os desafios, o futuro pode se revelar tão próspero quanto um cofre bem guardado em Gringotes. 🏦✨